• English
  • Português
  • Español

Política de Defesa

Imagem topo: 
Português, Brasil

País está à frente das forças internacionais no Haiti e Líbano

Fazer parte de operações de manutenção da paz de paz não é novidade para as forças armadas brasileiras. A novidade veio quando o Conselho de Segurança da ONU decidiu enviar uma missão de estabilização ao Haiti, em 2004, e designou o Brasil como protagonista da missão, coordenando e comandando as ações.

Fazer parte de operações de manutenção da paz de paz já não era novidade para as forças armadas brasileiras quando o Conselho de Segurança da ONU decidiu enviar uma missão de estabilização ao Haiti no Haiti, em 2004, para por fim ao dilaceramento do país por bandos armados. Novidade mesmo era integrar uma missão dessas como protagonista, exercendo o comando militar da operação e contribuindo com seu maior contingente de tropas.

Português, Brasil

Brasil, Argentina, Venezuela e Equador trabalham no desenvolvimento conjunto do Avião Regional de Treinamento, primeira aeronave de defesa da Unasul. O avião será produzido na Fabrica Argentina de Aviones (FadeA).

A construção da aeronave, mais um passo na consolidação da integração continental, fortalece a indústria de defesa da América do Sul com um todo. Para o Brasil, o projeto propicia o ingresso de empresas nacionais em mercados dominados por outros países.

Português, Brasil
Português, Brasil

Brasil estreita relações com forças armadas de países da América do Sul, África e Brics

Outro modo de o país se manter atualizado com o que há de mais avançado e inovador é vincular suas compras à transferência de tecnologia. Isso ficou demonstrado pela escolha da empresa sueca Saab como fornecedora dos 36 novos jatos Gripen adquiridos para contribuir com a modernização da Força Aérea Brasileira (FAB).

Português, Brasil
Português, Brasil

Indústria tem R$ 8,6 bilhões para investir em inovação

A inovação científica é pré-requisito para qualquer país que deseje utiliizar potencial dissuasório para proteger suas riquezas e evitar conflitos armados.

Nos 20 anos que antecederam aos governos Lula e Dilma, o Brasil praticamente havia deixado de investir nesse tipo de pesquisa. Apenas a partir de 2003, com a eleição de Lula, os investimentos foram retomados. Programas de apoio direto foram criados e o governo federal passou a dividir com as empresas o risco das pesquisas.

O mercado de equipamentos de defesa, como caminhões militares, veículos blindados, aviões, radares, simuladores de vôo e helicópteros, ajudam a dinamizar 190 empresas brasileiras, que mantêm 30 mil empregos diretos e 120 mil indiretos e vendem US$ 4 bilhões anuais, metade disso em exportações.

Com a execução dos programas de vigilância das fronteiras marítimas, aéreas e terrestres, a perspectiva é de que, até 2020, o setor gere cerca de 48 mil novos empregos diretos e 190 mil indiretos, consequência de investimentos previstos de US$ 120 bilhões a longo prazo.

Português, Brasil
Português, Brasil

Abertura de novos mercados faz exportações cresceram 13 vezes

Por quase duas décadas, as indústrias brasileiras de equipamentos de defesa dependeram de exportações limitadas a poucos mercados. Bastava um pedido ser cancelado para que ocorressem demissões e a crise se instalasse. Em 2001, por exemplo, as exportações do setor foram insignificantes: apenas US$ 150 milhões.

“O país com o qual sonhamos precisará cada vez mais de Forças Armadas equipadas e qualificadas para o cumprimento de suas atribuições. Um país que pretende ter dimensão internacional tem que ter nas suas Forças Armadas um exemplo da sua capacidade e da sua competência. Uma política de defesa assertiva é necessária ao desenvolvimento econômico e também a uma política externa soberana. Para construir uma grande nação é fundamental dispor de capacidade na defesa dos interesses, pelo mais diversos meios, notadamente os dissuasórios.”

Português, Brasil

“Recuperamos o direito da nossa Marinha de cuidar da questão nuclear, com o respeito que tinha. Recuperamos a nossa FAB, que o avião dela mais moderno se chamava “sucatão”. Fiquei com pena do primeiro desfile que eu participei de 7 de setembro, quando vi o jipe do Exército com o couro rasgado (...) A gente não quer Forças Armadas fazendo política, mas a gente não quer Forças Armadas subalternas, sem força, desacreditadas diante do seu povo e diante dos vizinhos. Nós queremos as Forças Armadas bem preparadas, bem treinadas, bem equipadas e respeitadas.”

Português, Brasil