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Empregos e Salários

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Outra pesquisa feita pelo instituto Data Popular, em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), com dois mil moradores de 63 favelas brasileiras mostra que a classe C dobrou de tamanho nessas comunidades na última década, a exemplo do crescimento que aconteceu no país como um todo. A média salarial é de R$ 910,00. A melhora do emprego e da renda impulsionou o consumo: metade das casas tem TV de plasma ou de LCD, computador e micro-ondas. 99% dos moradores têm geladeira, 91% têm ferro de passar roupa, 20% possuem carro e 13% têm moto.

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O caminho da oportunidade se abriu para milhões de jovens nos governo Lula e Dilma por meio de mais vagas no ensino fundamental e médio, nas universidade públicas e privadas e nas escolas técnicas. (Veja aqui). E os jovens estão aproveitando as portas abertas para se qualificar e entrar em melhores condições no mercado de trabalho.

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A população da Argentina é de cerca de 41 milhões de pessoas e a da Colômbia está em torno de 47 milhões. Esses números nos ajudam a compreender a dimensão das transformações verificadas no Brasil durante a última década. Durante os governos de Lula e Dilma, 42 milhões de brasileiros ascenderam à classe C, quase uma Colômbia inteira e mais do que toda a Argentina.

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Mais oportunidades de trabalho e maiores salários têm beneficiado segmentos da sociedade brasileira historicamente marginalizados: negros, nordestinos, trabalhadores rurais. De cada 100 pessoas que ingressaram na classe C entre 2002 e 2012, 75 eram negras ou pardas – ou seja, três em cada quatro pessoas. No Nordeste, a classe C cresceu de 22% para 42% do total da população, segundo dados da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República no estudo Vozes da Classe Média.

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A ascensão social de milhões de brasileiros tem feito vir à tona o preconceito de setores minoritários da sociedade que se sentem incomodados em dividir os espaços, que antes eram cativos de uma certa elite, com os trabalhadores brasileiros: porteiros, manicures, operários da construção civil, motoboys, mecânicos, comerciários, aposentados. Gente que trabalha duro para ganhar seu dinheiro e tem todo o direito de consumir, viajar e frequentar lugares aos quais não tinha acesso antes dos governo Lula e Dilma.

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Com esses reajustes contínuos de salários na última década, a massa salarial do brasileiro tem aumentado sua participação relativa no PIB (Produto Interno Bruto). Ou seja, cada vez mais o salário recebido pelos trabalhadores tem um peso maior na produção de riquezas do país. Após uma curva descendente a partir do início do governo FHC, a relação salário/PIB voltou a crescer nos governos Lula e Dilma, saindo de 46,26% em 2003 para 51,40% em 2009, incluindo as contribuições sociais dos trabalhadores e excluindo a remuneração de autônomos.

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O ganho salarial não traz efeitos positivos apenas para os milhões de trabalhadores que tiveram reajustes. Os recursos que entram no bolso das trabalhadoras e trabalhadores alimentam o consumo e fazem girar a roda da economia do país. Somente os reajustes concedidos em 2013 deverão  injetarar cerca de R$ 12 bilhões a mais na economia brasileira em 2014, de acordo com dados do DIEESE.

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