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Desenvolvimento Regional

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Desfazendo os mitos sobre a região que mais cresce no Brasil

Os recursos de apoio à agricultura e pecuária somados à transferência de renda do Bolsa Família (51,1% dos 50 milhões de beneficiados do programa estão no Nordeste) explicam uma mudança histórica quando a região vive sua maior seca em décadas (comparadas às piores dos anos 50 e 70) e, pela primeira vez, não se vê migração em massa para o Sudeste e tampouco situações de saques a mercadinhos e feiras e invasões a cidades tão comuns no passado. É verdade que a seca é um importante problema climático, mas que agora tem seu impacto social reduzido.

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Mais renda e mais empregos formais provocaram mais do que o crescimento do consumo no Norte e no Nordeste: outra consequência quase imediata foi a ampliação da perspectiva de vida e o desejo de um futuro melhor para as próximas gerações. Entre 2001 e 2012, o número de matrículas no ensino superior praticamente duplicou no Brasil. No Norte e no Nordeste o crescimento foi ainda maior: 285,15% e 211,70%, respectivamente, considerando variação do Censo do IBGE, incluindo matrículas em unidades públicas e privadas.

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“Com esses recursos [R$ 7 bilhões do Plano Safra Semiárido], nós vamos ajudar os agricultores do Semiárido a retomar a produção, recuperar os rebanhos, e o que é muito importante, fazer reservas de água e de alimento para os meses de seca. Não podemos aceitar que os nossos agricultores não tenham água nas suas propriedades ou alimento para o rebanho durante a estiagem...Também queremos recuperar e fortalecer a produção e o consumo de alimentos regionais, como, por exemplo, a mandioca, além da criação de ovinos e caprinos, porque eles já estão adaptados ao Semiárido”.

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A concentração de riquezas, indústrias e investimentos no Sudeste provocou, durante décadas, uma migração interna que esvaziou terras no Nordeste e superpovoou as periferias no eixo Rio-São Paulo. Por causa das políticas de crescimento dos governos Lula e Dilma, agora nem mesmo com a seca os nordestinos precisam tentar uma vida melhor longe de casa.

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Os juros altos, a burocracia e o alto grau de exigência dificultavam tanto o acesso ao crédito que só havia dinheiro disponível para quem já tinha dinheiro, ou seja, para quem não precisava. Nos governos Lula e Dilma, a facilidade dos pequenos consumidores, microempresários e pequenos empreendedores para obter empréstimos nos bancos públicos também contribuiu para mudar a vida tanto no interior quanto na periferia das grandes cidades da Amazônia e do Nordeste.

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Valorizar e garantir aumentos reais para o salário mínimo beneficiou diretamente as regiões Norte e Nordeste do país, exatamente aquelas com maior percentual de trabalhadores cuja renda está nesse patamar. No Nordeste, por exemplo, onde vive quase a metade dos trabalhadores e aposentados brasileiros que recebem um salário mínimo, segundo dados da PNAD 2012, o aumento da renda média da população foi de 5,4%, bem mais que a média nacional, o que atraiu novos investimentos privados e deu um nova dinâmica à economia regional.

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Quando disputava a eleição de 2002, Lula disse que o Brasil precisava criar 10 milhões de empregos. A frase foi distorcida e virou motivo de piada entre os adversários políticos, que consideravam impossível ou absurdo criar tal quantidade de empregos.

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Até 2003, Arranjos Produtivos Locais, ou APLs, era um termo ignorado ou desprezado por quem deveria promover o desenvolvimento nacional. Só os grandes projetos tinham vez. Quando o governo Lula passou a priorizar as APLs com financiamento do BNDES e uma ação integrada que envolvia 33 instituições públicas e privadas, incluindo os Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e o de Ciência e Tecnologia, o Brasil finalmente passou a apoiar os micro e pequenos empresários responsáveis por gerar emprego e renda em suas comunidades.

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