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Política de Defesa

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“De qualquer maneira, eu acho que ocorreram avanços. Talvez agora, com uma política estruturada de segurança nacional, uma estratégia nacional de defesa, a própria indústria tenha condições de ter mais visibilidade, o investimento do governo seja uma coisa mais perene. (...) Importante salientar: alguns projetos, como o próprio ministro da Defesa disse, não vão parar. Eles não vão parar porque são projetos estruturantes para a indústria nacional.

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“No Brasil, a utilização de compras governamentais como instrumento de política industrial é rara. Pode ser citado como bom exemplo a recente compra do novo avião militar de transporte de carga da Embraer pela Aeronáutica. Ao comprar um avião que ainda não existe, o governo viabiliza o seu desenvolvimento e sua posterior exportação pela Companhia. Isso é bastante diferente de financiar o desenvolvimento de um produto, sem garantir sua compra.”

Alexandre Zucolo Barragat de Andrade, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, em sua dissertação de mestrado.

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Antes da posse do presidente Lula, havia dúvidas sobre como um governo do PT trataria as Forças Armadas, que estavam sucateadas. O que aconteceu nestes últimos 12 anos?

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Deflagrada pela primeira vez em agosto de 2011, a Operação Ágata já cobriu, ao longo de oito edições, toda a extensão da fronteira terrestre brasileira.  A primeira operação, em agosto de 2011, teve a participação de  3 mil militares. Já a Ágata 8, realizada em abril de 2014,  mobilizou 30 mil militares, com atuação nos 11 estados brasileiros que fazem fronteira com Suriname, Guiana Francesa, Guiana, Venezuela, Peru, Colômbia, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.

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Em oito edições, Operação Ágata apreendeu 71 toneladas de drogas e destruiu várias pistas de pouso clandestinas, usadas pelo narcotráfico Foto: Jorge Cardoso / Ministério da DefesaO Plano Estratégico de Fronteiras é formado por duas operações: Sentinela e Ágata. Coordenada pelo Ministério da Justiça, a Operação Sentinela tem caráter permanente.

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Vigilância, repressão e inteligência contra o crime organizado

Lançado pela presidenta Dilma em junho de 2011, o Plano Estratégico de Fronteiras consolida a opção dos governos do PT pelo enfrentamento sem trégua ao crime organizado, por meio de ações de vigilância, repressão e inteligência, com a união inédita entre Exército, Marinha, Aeronáutica, Polícia Federal e demais forças de segurança.

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Governo Dilma investe na proteção do Brasil contra ataques digitais

O Projeto Estratégico de Defesa Cibernética do Exército está em andamento desde 2009. No ano seguinte, todas as atividades das três Forças nessa área passaram a ser coordenadas pelo Centro de Defesa Cibernética. A primeira ação prática dos especialistas do Centro aconteceu em 2012, na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

Outro importante desafio para o Brasil surgiu em 2013, quando o general Carlos Alberto Santos Cruz assumiu o comando geral da maior e mais importante missão de paz da ONU, na República Democrática do Congo, na África.

São 22 mil homens de 20 diferentes países, com uma tarefa inédita na história da ONU: pela primeira vez, os “capacetes azuis” têm autorização para atacar os grupos insurgentes e exércitos irregulares que operam na região.

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