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Hospitais de emergência recebem recursos para comprar equipamentos

Em 2011, o governo Dilma tomou a iniciativa de estabelecer parceria com estados e municípios para enfrentar as causas da superlotação e lentidão no atendimento de pronto-socorros e hospitais de emergência. A partir daquele ano, começaram a ser repassados para cada hospital R$ 3,6 milhões para serem usados no custeio (manutenção, treinamento de profissionais e pagamento de salários) e mais R$ 3 milhões para compra de novos equipamentos.

O S.O.S Emergências teve início com 12 hospitais, mas ao longo de 2013 outros 10 passaram a ser beneficiados. Bastaram dois anos para que 2.080 novos leitos de retaguarda fossem criados. A previsão do Ministério da Saúde é que, até o final de 2014, o número de hospitais fazendo parte no programa chegue a 40.

 
UPA 24h - Unidades de Pronto Atendimento melhoram assistência e desafogam hospitais

Não era apenas um serviço de atendimento de urgências que faltava ao Brasil em 2002. Como não havia um serviço intermediário entre os cuidados básicos nos postos de saúde e as emergências dos grandes hospitais, estas sofriam com a superlotação e filas intermináveis.

A UPA 24h de Horizonte, no Ceará, foi uma das unidades inauguradas em 2013 pela presidenta Dilma Foto: Blog do PlanaltoAs Unidades de Pronto Atendimento (UPA) foram criadas no governo Lula para preencher essa lacuna.

Cada UPA é equipada e formada por profissionais capazes de atender pessoas com crises de hipertensão, febre alta, cortes profundos, fraturas, infartos e derrame (AVC). A transferência para um hospital de grande porte só ocorre se as coisas realmente se complicarem.

Até junho de 2014 já estavam em funcionamento 355 UPAs, responsáveis por 94 mil atendimentos diários ou 2,8 milhões mensais.