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O povo em primeiro lugar

Saúde da mãe e da criança

 

Rede Cegonha dá assistência à mãe e ao bebê na gravidez e no parto

Para brasileiras pobres de várias gerações, engravidar era iniciar uma aventura com desfecho imprevisível. A Rede Cegonha foi criada para que mães e bebês sejam prioridade absoluta antes, durante e logo após o parto. Em quase 5 mil municípios o programa garante a qualidade e a humanização do parto, desde o pré-natal até a criança completar dois anos de idade. Até o final de 2014, a Rede Cegonha terá investido R$ 9,4 bilhões em ações como os Centros de Parto Normal e as Casas da Gestante e do Bebê.

Em 2012, primeiro ano de funcionamento pleno da Rede Cegonha, foram realizadas 20.765.796 consultas pré-natal. No ano anterior, foram 19.641.979. Até novembro de 2013 foram 23.348.749 de consultas.

Aumenta o número de mulheres que fazem o pré-natal completo

Realizar acompanhamento com médico e enfermeira, ultrassonografia e todos os exames necessários agora é uma realidade para a maioria das mulheres brasileiras grávidas.

Voluntárias sociais orientam mães sobre a importância do pré-natal em palestras realizadas nos Centros de Parto Normal Foto: Adenílson Nunes/Gov.BaPara que o pré-natal seja iniciado logo nas primeiras semanas, são distribuídos gratuitamente entre as mulheres testes rápidos de gravidez.

Com a gestação comprovada, as futuras mães têm acesso também a exames de sífilis e HIV.

O resultado é que, se no ano 2000, menos da metade dos bebês (46,2%) nasceram de mulheres que tiveram acesso ao pré-natal completo (o mínimo de sete consultas, segundo a Organização Mundial de Saúde), em 2010 esse percentual foi de 60%.

SUS incentiva parto normal

Em todo o Sistema Único de Saúde, a gestante é quem deve tomar as decisões relativas ao parto. Nos governos Lula e Dilma, os recursos são investidos para garantir à mulher as condições para decidir em paz, livre de pressões.

Uma inovação foi a criação dos Centros de Parto Normal, onde as mães podem dar à luz sem medicamentos, com apoio de um acompanhante e contando com banheiras e massagens. Em 2013, havia 84 centros em construção, mas até o final de 2014 serão 104 em todo o país. Com esses centros, o percentual de cesarianas deverá cair ainda mais no SUS. Atualmente, 63,2% dos partos custeados com recursos públicos são normais, índice bem superior aos 18% da rede privada.

Quer saber mais?

• Investimentos garantem ampliação de rede

• Assista ao documentário "Um dia de vida", que mostra a experiência de casais que passaram pelo parto humanizado

Mais estrutura para atender gestantes de alto risco

Os investimentos em ampliação e modernização de maternidades e UTIs neonatais e pediátricas estão garantindo para um número cada vez maior de pequenos brasileiros o mais básicos dos direitos: nascer em segurança.Mais de 35 mil postos de saúde oferecem vacinas gratuitas para as crianças em todas as regiões do país Foto: Divulgação MS

Até o final de 2014, as maternidades de referência para gestantes consideradas de alto risco – com doenças como hipertensão, diabetes, cardiopatias ou infecções – irão passar de 196 para 390, com 3.822 leitos, 53% a mais do que os existentes em todo o país no final de 2013. Para Lula e Dilma, a qualificação foi além das obras de engenharia e da aquisição de tecnologia: as maternidades passaram a receber mais recursos por cada procedimento clínico ou cirúrgico em gestantes de alto risco.

Vacinação atinge 95% das crianças

Proteger a saúde da criança exige mais do que atendimento médico. Para reforçar a prevenção de dezenas de doenças que podem ser fatais, desde 2003, praticamente a cada ano novas vacinas são incorporadas pelo SUS ao calendário oficial de vacinação.

As novidades começaram a ser introduzidas já em 2003. Em 2013 as crianças passaram a ser protegidas também contra varicela e hepatite A. No ano anterior, a vacina injetável de poliomelite passou a complementar as tradicionais campanhas da “gotinha”. Tão importante quanto a oferta de vacinas é o alcance da cobertura, que chegou a 95% das crianças em 35 mil postos de saúde.

Unidades móveis realizam mais de 4 milhões de exames de mama por ano

Os cuidados integrais com a saúde da mulher não ficaram limitados à gestação e à maternidade. A atenção às doenças do coração, vasculares e ao câncer – principalmente de mama e de colo de útero – reduziu em 12% a mortalidade feminina entre 2000 e 2010.

Além de disponibilizar no SUS um dos medicamentos mais eficazes contra o câncer de mama – o Trastuzumabe – e ampliar os serviços de radioterapia, o governo reforçou os serviços de mamografia para diagnóstico precoce do câncer de mama, incluindo unidades móveis que realizam, em média, 4 milhões de exames anuais, principalmente em mulheres de 50 a 69 anos.