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O povo em primeiro lugar

Saúde da mãe e da criança

 

Rede Cegonha passa a dar assistência à mãe e ao bebê na gravidez e no parto

Para brasileiras pobres de várias gerações, engravidar era iniciar uma aventura com desfecho imprevisível. A Rede Cegonha foi criada para que mães e bebês sejam prioridade absoluta antes, durante e logo após o parto. Até 2016, em 5.488 mil municípios o programa garantiu a qualidade e a humanização do parto para mais de 2,8 milhões de gestantes, desde o pré-natal até a criança completar dois anos de idade. Até 2014, a Rede Cegonha investiu cerca de R$ 3,4 bilhões para ampliação e qualificação de leitos de UTI neonatais, leitos de gestação de alto risco, partos, novas maternidades, Centro de Parto Normal (CPN), Casa de Gestante, Bebe e Puérperas (CGBP), distribuição de testes rápidos e exames de pré-natal.

Em 2012, primeiro ano de funcionamento pleno da Rede Cegonha, foram realizadas 20.765.796 consultas pré-natal. Até novembro de 2013 foram 23.348.749 de consultas. 

 

Aumento do número de mulheres que fizeram o pré-natal completo

Realizar acompanhamento com médico e enfermeira, ultrassonografia e todos os exames necessários passou a ser uma realidade para a maioria das mulheres brasileiras grávidas.

Voluntárias sociais orientam mães sobre a importância do pré-natal em palestras realizadas nos Centros de Parto Normal Foto: Adenílson Nunes/Gov.BaPara que o pré-natal seja iniciado logo nas primeiras semanas, nos governos Lula e Dilma foram distribuídos gratuitamente entre as mulheres testes rápidos de gravidez.

Com a gestação comprovada, as futuras mães tiveram acesso também a exames de sífilis e HIV.

O resultado foi que, se no ano 2000, menos da metade dos bebês (46,2%) nasceram de mulheres que tiveram acesso ao pré-natal completo (o mínimo de sete consultas, segundo a Organização Mundial de Saúde), em 2010 esse percentual foi de 60%. Até 2016, 64% das mulheres grávidas receberam cuidados pré-natais quatro ou mais vezes durante a gestação.

SUS incentivou parto normal

Em todo o Sistema Único de Saúde, a gestante é quem deve tomar as decisões relativas ao parto. Nos governos Lula e Dilma, os recursos foram investidos para garantir à mulher as condições para decidir em paz, livre de pressões.

Uma inovação foi a criação dos Centros de Parto Normal, onde as mães podem dar à luz sem medicamentos, com apoio de um acompanhante e contando com banheiras e massagens. Até 2016, foram 100 centros conveniados: 8 para construção, 57 para ampliação e 35 para reforma.

 

 

Quer saber mais?

• Investimentos garantem ampliação de rede

• Assista ao documentário "Um dia de vida", que mostra a experiência de casais que passaram pelo parto humanizado

Mais estrutura para atender gestantes de alto risco

Os investimentos em ampliação e modernização de maternidades e UTIs neonatais e pediátricas garantiram para um número cada vez maior de pequenos brasileiros o mais básicos dos direitos: nascer em segurança.Mais de 35 mil postos de saúde oferecem vacinas gratuitas para as crianças em todas as regiões do país Foto: Divulgação MS

De 2011 a março de 2016, foram ampliados e qualificados 9.980 leitos para gestantes de alto risco, UTI e UCI neonatal, garantindo que mulheres e bebês tenham cuidado adequado na hora do parto. Para Lula e Dilma, a qualificação foi além das obras de engenharia e da aquisição de tecnologia: as maternidades passaram a receber mais recursos por cada procedimento clínico ou cirúrgico em gestantes de alto risco.

 

Estádios da Copa 2014 x Hospitais

É falso dizer que os governos Lula e Dilma deixaram de construir hospitais para construir estádios para a Copa de 2014. Isso porque não houve recurso do Orçamento Geral da União (OGU) - que é o recurso que se usa para construir UPAs, UBSs e Hospitais -, para a construção de arenas. Sendo assim, o Governo Federal só disponibilizou para a construção dos estádios o financiamento para os entes locais que quisessem captar.

Para a construção dos estádios, o BNDES abriu a linha de financiamento "BNDES ProCopa Arenas", com o teto máximo de R$ 400 milhões por projeto, que foi oferecido à sociedade e associações com sede e administração no Brasil. O investimento total nas arenas foi de R$ 8,3 bilhões, sendo R$ 3,8 bilhões de financiamento, R$ 3,9 bilhões de recursos locais e R$ 600 milhões de privados. 

É preciso lembrar que os governos petistas foram os que mais investiram em saúde pública na história do Brasil. Foram os governos de Lula e Dilma que criaram mais leitos de UTI do SUS no país, mais do que todos os outros governos somados. Dos 22,6 mil leitos da rede pública que o país tem hoje, grande parte foi criada entre a posse de Lula e o golpe contra Dilma Rousseff. Neste período, foram habilitados 11.678 novos leitos de UTI em todo o Brasil - adulto, pediátrico, neonatal e Unidade Coronariana (UCO). 

 

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• Ministério ampliou assistência a gestantes de alto risco

Vacinação atingiu 95% das crianças

Proteger a saúde da criança exige mais do que atendimento médico. Para reforçar a prevenção de dezenas de doenças que podem ser fatais, no período de 2003 a 2016, praticamente a cada ano novas vacinas foram incorporadas pelo SUS ao calendário oficial de vacinação.

As novidades começaram a ser introduzidas já em 2003. Em 2013 as crianças passaram a ser protegidas também contra varicela e hepatite A. No ano anterior, a vacina injetável de poliomelite passou a complementar as tradicionais campanhas da “gotinha”. Tão importante quanto a oferta de vacinas é o alcance da cobertura, que chegou a 95% das crianças em 35 mil postos de saúde.

Unidades móveis realizaram 4 milhões de exames de mama por ano

Os cuidados integrais com a saúde da mulher não ficaram limitados à gestação e à maternidade. A atenção às doenças do coração, vasculares e ao câncer – principalmente de mama e de colo de útero – reduziu em 12% a mortalidade feminina entre 2000 e 2010. Nos últimos anos, os recursos destinados ao diagnóstico, tratamento e prevenção do câncer tiveram crescimento de 37,3%, passando de R$ 1,9 bilhão, em 2010, para R$ 2,8 bilhões, em 2013. 

Além de disponibilizar no SUS um dos medicamentos mais eficazes contra o câncer de mama – o Trastuzumabe – e ampliar os serviços de radioterapia, os governos petistas reforçaram os serviços de mamografia para diagnóstico precoce do câncer de mama. Até 2015, 4 milhões de mamografias foram realizadas, principalmente em mulheres de 50 a 69 anos. No entanto, este número caiu em 2017. Um levantamento da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), em parceria com a Rede Brasileira de Pesquisa em Mastologia, revelou que apenas 2,7 milhões de mamografias foram realizadas no país.