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O povo em primeiro lugar

Mais remédios e vacinas

 

Com Lula e Dilma, remédios para doenças crônicas foram distribuídos gratuitamente

O diabetes e a hipertensão são doenças crônicas, controláveis e bastante conhecidas tanto do público leigo quanto dos especialistas. Mesmo assim, são as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Em 2008, estavam relacionadas a, pelo menos, 62% das mortes com causas conhecidas no país. Era necessário prevenir para evitar a morte de mais brasileiros.

Criado em 2011, o número de beneficiados pelo programa Saúde Não Tem Preço (SNTP) passou de 853 mil em janeiro de 2011 para 26.515.979 pessoas beneficiadas em 2016: 16.384.025 hipertensos; 3.391.198 diabéticos; 6.740.756 hipertensos e diabéticos. 

Estabelecimentos conveniados à rede Farmácia Popular ofereceram gratuitamente medicamentos para doenças crônicas que mais atingem os brasileiros

Em 2012, três remédios contra a asma, doença que é uma das principais causas de internações de crianças, também começaram a ser distribuídos de graça. Em apenas um ano, 1,2 milhão de pessoas retiraram medicamentos. O resultado foi percebido imediatamente: o número de crianças internadas com asma caiu 16% depois que a distribuição começou. Até 2016, 3.525.005 pessoas foram beneficiadas com medicamentos gratuitos de asma. 

No total, foram quase 900 medicamentos oferecidos de graça pelo SUS. Até março de 2016, cerca de 30,4 milhões de brasileiros retiraram medicamentos de graça para hipertensão arterial, diabetes e asma. 

 

                

 

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Farmácia Popular alcançou mais de 35 mil pontos de venda em todo o Brasil

Parecia algo natural e inevitável: os brasileiros que não podiam pagar o preço dos remédios enfrentavam filas imensas, de horas ou mesmo dias, para receber os medicamentos a que tinham direito. A Farmácia Popular criada em 2003 pelo governo Lula mudou esse quadro.

Em qualquer um dos 35 mil pontos de venda do programa, os brasileiros passaram a comprar remédios com até 90% de desconto para colesterol, osteoporose, doença de Parkinson, glaucoma, rinite e dislipidemia, contraceptivos e até fraldas geriátricas. Os medicamentos gratuitos para diabetes, hipertensão e asma passaram a ser retirados nos balcões da rede – a maioria em farmácias particulares cadastradas pelo Ministério.

Até 2016, o programa atuou com 520 unidades próprias e 34.695 drogarias e farmácias credenciadas, presentes em 4.282 municípios. Infelizmente, o programa foi atingido pelo desmonte das políticas públicas após o golpe contra Dilma Rousseff. As farmácias próprias da rede foram todas fechadas em 2017 e o ritmo de inclusão de novas unidades privadas é mínimo. Em 2019, apenas uma farmácia havia sido credenciada até agosto. 

Com Lula e Dilma, lista de medicamentos aumentou

Nos governos petistas, a relação de medicamentos fornecidos de graça pelo Sistema Único de Saúde para os brasileiros que não têm como pagar pelo tratamento aumentou a cada dois anos, a partir da atualização da listagem feita pelo Ministério da Saúde. Em uma década, o número de remédios cresceu 140%. Em 2002, eram 352 remédios à disposição da população, em 2014 foram 844, todos comprovadamente eficazes. Assim, a lista chegou a, pelo menos, 900 remédios em 2016. Na lista de beneficiados, estão pacientes de doenças como hepatite tipo C, câncer de mama, artrite reumatóide, hipertensão arterial pulmonar, linfoma não-Hodgkin do tipo folicular, HIV, câncer de pulmão e infecções respiratórias.

Com mais medicamentos, mais alternativas disponíveis para pacientes que já não respondem aos tratamentos que vinham sendo utilizados antes, além da possibilidade de cura para doenças raras.

 

Fabricação de hemoderivados no Brasil

As dificuldades criadas pela crônica dependência dos laboratórios estrangeiros impulsionaram uma decisão inovadora: o Brasil passou a ter uma empresa estatal exclusivamente para pesquisar, desenvolver e produzir medicamentos derivados do sangue.

A Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia, a Hemobras, é atualmente a responsável pelo recolhimento, transporte e armazenamento das bolsas de plasma captadas nos centros fornecedores nacionais para fins de fracionamento industrial, e de todas as demais atividades envolvidas no fracionamento do plasma e na produção de hemoderivados. 

Entre 2008 e 2015, foram disponibilizados 836.607 litros de plasma excedente para a indústria, sendo em 2015, aproximadamente 117.043 litros de plasma. Os medicamentos produzidos ajudam a garantir a vida de hemofílicos e de pessoas com imunodeficiência genética, câncer, cirrose, Aids e queimaduras graves em tratamento no Sistema Único de Saúde.

 

Vacinação foi estendida a idosos e adolescentes

O calendário oficial de vacinação no Brasil alcançava apenas as crianças. Em 2004, a proteção foi estendida a adolescentes e idosos, que passaram a contar com seus respectivos calendários de imunização contra doenças como pneumonia, gripe, febre amarela, tétano e hepatite B, por exemplo. Além disso, as pessoas com mais de 60 anos passaram a ser vacinadas contra gripe em campanhas periódicas que atingiram, em média, 87% da população prevista, uma média de 18,3 milhões de idosos imunes à gripe. Por meio do SUS, todas as vacinas de imunização recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) passaram a ser ofertadas, um total de 27 na cobertura prevista no Calendário Nacional de Vacinação.  

Desde 2004, milhões de idosos recebem gratuitamente por ano a vacina contra o vírus Influenza Foto: Divulgação MSA proteção a novas faixas da população aconteceu simultaneamente à incorporação de novas e mais eficazes vacinas para proteger as crianças. Uma delas, a pentavalente, evita cinco doenças.

Algumas dessas vacinas começaram a ser fabricadas no Brasil. É o caso da que protege contra a febre amarela, fabricada no Ceará a partir de uma planta, algo inédito no mundo. Já as três doses da vacina contra o HPV -- que já está sendo produzida no Brasil -- custam até R$ 1.000,00 em clínicas particulares, mas desde 2014 sâo oferecidas gratuitamente às meninas de 11 a 13 anos.