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Novos mercados

Diplomacia "mascate" ajuda a vender produtos brasileiros

Com Lula e Dilma, Brasil aproximou-se da África: mais trocas de experiências e crescimento nas exportações
Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

A definição foi dada pelo próprio presidente Lula: a diplomacia brasileira deveria agir como “mascate”, ou seja, ajudar a vender os produtos brasileiros batendo de porta em porta. Desde 2003, a política externa brasileira está em sintonia com as necessidades dos empresários brasileiros, negociando seus produtos, abrindo novos mercados, principalmente no Oriente Médio e África.

 

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O ex-ministro Luiz Fernando Furlan explica o sucesso da diplomacia "mascate" de Lula

 

Países árabes hoje compram cinco vezes mais do Brasil

As exportações de carne de aves, minério, cereais e açúcar para o Oriente Médio aumentaram o lucro da indústria e do agronegócio brasileiros. Hoje, metade dos países árabes compra mais do Brasil, incluindo muitos que, até 2002, eram praticamente ignorados. Os dois maiores parceiros comerciais da região, a Arábia Saudita e o Egito, juntos compravam menos de US$ 1 bilhão. Em 2013, chegaram a comprar US$ 5 bilhões do Brasil.

Entre os países que não tinham importância para a política externa brasileira, o exemplo de Omã é um dos mais significativos: se antes comprava apenas R$ 30 milhões do Brasil, em 2013 importou nada menos que R$ 1,1 bilhão (36 vezes mais).

Com Lula e Dilma, exportações para países africanos cresceram 315%

As exportações para a África cresceram 315% já nos primeiros anos do governo Lula. Beneficiadas pelo perdão do Brasil às dívidas de vários países africanos, nossas empresas passaram a vender combustíveis (álcool, diesel e gasolina), açúcar, carne bovina e minério de ferro. Para a África do Sul, Nigéria e Angola, por exemplo, o Brasil exportava US$ 1,184 bilhão de dólares em 2002, valor que chegou a quase US$ 4 bilhões em 2013.