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Mais forte e respeitado

Indústria de Defesa

Abertura de novos mercados faz exportações cresceram 13 vezes

Por quase duas décadas, as indústrias brasileiras de equipamentos de defesa dependeram de exportações limitadas a poucos mercados. Bastava um pedido ser cancelado para que ocorressem demissões e a crise se instalasse. Em 2001, por exemplo, as exportações do setor foram insignificantes: apenas US$ 150 milhões.

Duas iniciativas dos governos Lula e Dilma foram decisivas para mudar esse quadro. Primeiro, a abertura de novos mercados pela diplomacia brasileira atraiu o interesse das forças armadas de outros países, resultando no incremento das exportações para cerca de US$ 2 bilhões (crescimento de 13 vezes em relação a 2001). Segundo, o próprio governo brasileiro tornou-se cliente dessas empresas, saindo da situação de congelamento dos anos 1990 e início do século 21.

 

Empresas mantêm 30 mil empregos diretos e vendem US$ 4 bilhões/ano

O mercado de equipamentos de defesa, como caminhões militares, veículos blindados, aviões, radares, simuladores de vôo e helicópteros, ajudam a dinamizar 190 empresas brasileiras, que mantêm 30 mil empregos diretos e 120 mil indiretos e vendem US$ 4 bilhões anuais, metade disso em exportações.

Com a execução dos programas de vigilância das fronteiras marítimas, aéreas e terrestres, a perspectiva é de que, até 2020, o setor gere cerca de 48 mil novos empregos diretos e 190 mil indiretos, consequência de investimentos previstos de US$ 120 bilhões a longo prazo.

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