• English
  • Português
  • Español
Mais forte e respeitado

Fronteiras

Vigilância, repressão e inteligência contra o crime organizado

Lançado pela presidenta Dilma em junho de 2011, o Plano Estratégico de Fronteiras consolida a opção dos governos do PT pelo enfrentamento sem trégua ao crime organizado, por meio de ações de vigilância, repressão e inteligência, com a união inédita entre Exército, Marinha, Aeronáutica, Polícia Federal e demais forças de segurança.

Plano Estratégico de Fronteiras envolve Exército, Marinha, Aeronáutica, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança / Foto: Jorge Cardoso/Ministério da Defesa

Apreensão de armas e drogas nas fronteiras aumenta segurança em todo o país

Em oito edições, Operação Ágata apreendeu 71 toneladas de drogas e destruiu várias pistas de pouso clandestinas, usadas pelo narcotráfico Foto: Jorge Cardoso / Ministério da DefesaO Plano Estratégico de Fronteiras é formado por duas operações: Sentinela e Ágata. Coordenada pelo Ministério da Justiça, a Operação Sentinela tem caráter permanente. Suas ações, centradas no trabalho de investigação e inteligência e na atuação conjunta de Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança, têm contribuído para desarticular organizações criminosas transnacionais, por meio da apreensão de armas, drogas, produtos contrabandeados e dinheiro, com prisões em flagrante dos envolvidos.

Já a Operação Ágata, coordenada pelo Ministério da Defesa, mobiliza efetivos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica para atuar, de forma episódica, em pontos estratégicos da fronteira. Durante a operação, são realizadas missões táticas destinadas a coibir delitos como narcotráfico, contrabando, tráfico de armas e munições, crimes ambientais e garimpo ilegal. As ações abrangem desde a vigilância do espaço aéreo até operações de patrulha e inspeção nos principais rios e estradas que dão acesso ao país.

Combate ao crime e atendimento médico a comunidades isoladas

Deflagrada pela primeira vez em agosto de 2011, a Operação Ágata já cobriu, ao longo de oito edições, toda a extensão da fronteira terrestre brasileira.  A primeira operação, em agosto de 2011, teve a participação de  3 mil militares. Já a Ágata 8, realizada em abril de 2014,  mobilizou 30 mil militares, com atuação nos 11 estados brasileiros que fazem fronteira com Suriname, Guiana Francesa, Guiana, Venezuela, Peru, Colômbia, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.

O balanço das oito edições contabiliza a apreensão de 71 toneladas de drogas. Ao mesmo tempo, foram realizados 69 mil atendimentos médicos, além de atendimentos dentários, doação de remédios e aulas sobre cuidados básicos de higiene, em operações destinadas a levar cuidados básicos de saúde às comunidades isoladas.

Ao mesmo tempo que combate crime organizado nas fronteiras, Operação Ágata leva atendimento médico às comunidades isoladas / Foto: Jorge Cardoso/Ministério da Defesa