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Ciência e Tecnologia

Indústria tem R$ 8,6 bilhões para investir em inovação

A inovação científica é pré-requisito para qualquer país que deseje utiliizar potencial dissuasório para proteger suas riquezas e evitar conflitos armados.

Nos 20 anos que antecederam aos governos Lula e Dilma, o Brasil praticamente havia deixado de investir nesse tipo de pesquisa. Apenas a partir de 2003, com a eleição de Lula, os investimentos foram retomados. Programas de apoio direto foram criados e o governo federal passou a dividir com as empresas o risco das pesquisas.

Com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Pesquisas (Finep), que seleciona projetos aptos a receber financiamento do Programa Inova, 872 projetos haviam recebido R$ 2,15 bilhões, entre 2006 e 2010. Em janeiro de 2014, em nova etapa do programa, outros 91 projetos foram selecionados para inicialmente dividir os R$ 2,9 bilhões disponíveis. A presidenta Dilma então decidiu aumentar o valor do financiamento para R$ 8,68 bilhões.

Quer saber mais?

Conheça o avião de transporte militar brasileiro KC-390, parceria FAB-Embraer, com participação de mais de 50 empresas nacionais:

 

Com Lula e Dilma, compras de equipamento ficam vinculadas à transferência de tecnologia

Outro modo de o país se manter atualizado com o que há de mais avançado e inovador é vincular suas compras à transferência de tecnologia. Isso ficou demonstrado pela escolha da empresa sueca Saab como fornecedora dos 36 novos jatos Gripen adquiridos para contribuir com a modernização da Força Aérea Brasileira (FAB).

Quando da aquisição, a empresa prontamente concordou em transferir toda a tecnologia do projeto ao Brasil.  Isso já havia acontecido antes, na compra de helicópteros em fabricação pela Helibras, nos quais os componentes nacionais correspondem a 50% do custo do equipamento.