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Crescimento com distribuição

Mobilidade Urbana

 

Antes do Pacto da Mobilidade, o PAC já investia no setor

Antes das manifestações, os governos Lula e Dilma já investiam em cerca de 200 obras de mobilidade urbana em todas as regiões do país. Em 2012, por exemplo, foram lançadas duas linhas do PAC Mobilidade, para Grandes e Médias Cidades. O primeiro, voltado para cidades acima de 700 mil habitantes, selecionou empreendimentos em 51 municípios de 18 estados, com previsão de R$ 32 bilhões de investimentos. Já o PAC Mobilidade Médias Cidades está investindo R$ 7,9 bilhões na melhoria do trânsito e do transporte público em 66 municípios de 19 estados, com população entre 250 mil e 700 mil habitantes.

Em junho de 2014, a presidenta Dilma anunciou a segunda etapa do Pacto da Mobilidade, beneficiando 26 municípios (inclusive oito capitais) com população entre 400 mil e 700 mil habitantes.

PAC Mobilidade entra em sua segunda fase: clique aqui.

Compromisso com a mobilidade nas cidades médias

 

O aeromóvel de Porto Alegre está entre as obras de mobilidade urbana do Programa de Aceleração do Crescimento Foto: Divulgação/PAC 2

Em 2013, o Aeromóvel de Porto Alegre (RS) ficou pronto e entrou em operação. Ele liga a estação Aeroporto do metrô ao Terminal 1 do Aeroporto Internacional Salgado Filho. Saiba como ele já traz mais agilidade à vida de milhares de gaúchos.

Para saber mais: http://www.pac.gov.br/noticia/ac7e2d6d

O PAC investiu também em um inovador modelo de empreendimento de mobilidade urbana: o Teleférico do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Em operação desde julho de 2011, é o primeiro transporte de massa por cabos do Brasil. Ele se integra ao sistema de transporte ferroviário e conta com seis estações. São 152 gôndolas com capacidade para oito passageiros cada, que percorrem 3,5 km de extensão. Com o teleférico, um percurso que antes durava 1h30 passou a ser feito em 16 minutos.

Saiba mais sobre o teleférico do Alemão: http://www.pac.gov.br/noticia/4ab5acdf.

Mobilidade urbana é legado da Copa do Mundo de 2014

Em 2007, quando o Brasil foi escolhido para sediar a Copa do Mundo de 2014, o governo de Lula viu pela frente uma série de responsabilidades que deveriam ser cumpridas para que o país recebesse os turistas brasileiros e estrangeiros à altura da grandiosidade do evento. No entanto, muitos desses preparativos já estavam previstos nos planos de Lula para o Brasil.

É o caso da mobilidade urbana. As cidades brasileiras já estavam crescendo num ritmo que não era acompanhado pelo transporte público então disponível. Por isso, as obras de mobilidade previstas na Matriz de Responsabilidades da Copa de 2014 – que não fazem parte do PAC – nada mais são do que empreendimentos previamente identificados como necessários para o aumento da qualidade de vida nas 12 cidades-sede do Mundial. E ficarão como legado para o Brasil do maior evento futebolístico do planeta.

Saiba mais sobre as obras de mobilidade para a Copa de 2014 aqui.