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Crescimento com distribuição

Logística

 

Rodovias melhores e mais seguras

Um dos principais meios de transporte logístico e turístico brasileiro ainda são as rodovias. E elas precisam de manutenção constante, modernização e segurança, além da construção de muitos e muitos quilômetros para responder às necessidades do crescimento do país. Desde 2007, o PAC concluiu obras em mais de 11.836 km de rodovias em todo o Brasil. 

Também fazem parte do PAC os Contratos de Restauração e Manutenção Rodoviária (Crema), um tipo de manutenção mais ampla e de longo prazo, que garante mais qualidade para as rodovias. O Crema representa 69% dos 49.725 km contratados.

País ganha rodovias cada vez mais seguras:

Ações concluídas do PAC 2 em TransportesValor total R$ 43,8 bilhões

Malha ferroviária cresce para o Brasil crescer

Na inauguração do Projeto Expansão Malha Norte, em Rondonópolis (MT), em setembro de 2013, a presidenta Dilma destacou o atraso brasileiro na logística e interiorização ferroviária, em relação a muitos países do mundo que realizaram fortes investimentos no setor desde o final do século 18 ou início do século 19.

Dilma lembrou que só agora, no século 21, “estamos correndo atrás para eliminar essa imensa fragilidade da estrutura logística do Brasil, que é um país continental, exportador de alimentos, com um grande agronegócio, com um poderio mineral e uma imensa capacidade de intercomunicação com mercados diversificados que precisam de ligação interna sem estrutura ferroviária”.

A Ferronorte, no trecho entre Rondonópolis e Alto Araguaia (MT), foi uma das ferrovias construídas pelo PAC

Ao assumir o primeiro mandato, o presidente Lula afirmou que voltaria a investir na logística brasileira e, portanto, nas ferrovias nacionais. Foi preciso voltar a planejar para reconstruir mais um setor que estava abandonado e sem perspectivas. A partir de 2007, com o PAC, os projetos começaram a sair do papel, com mais agilidade e orçamento garantido.

Desde o início do PAC, o Brasil ganhou 2.160 km de ferrovias. Só o PAC 2 concluiu 1.053 quilômetros. Entre os destaques, estão a conclusão de 410 km da ferrovia Norte-Sul, trecho Palmas (TO) e Anápolis (GO), 96 km da Transnordestina, trecho Missão Velha-Salgueiro (PE) e 84 km da Ferronorte, no trecho entre Rondonópolis e Alto Araguaia (MT). 

Ferrovia Norte-Sul

No governo Lula, a ferrovia Norte-Sul teve seu trecho norte todo concluído, ligando Açailândia (MA) a Palmas (TO), com investimentos de R$ 3,41 bilhões. No PAC 2, com Dilma, as obras seguem para completar o trecho sul, que liga Palmas (TO) a Estrela d’Oeste (SP). Da capital do Tocantins até Anápolis (GO), um trecho de 854,8 km está concluído, e de Ouro Verde (GO) a Estrela d’Oeste (SP), são 682 km com obras em estágio avançado.

Portos cada vez mais modernos e eficientes

Nos portos brasileiros, outro setor imprescindível para o sucesso logístico e alavancagem da economia brasileira, sobretudo por causa das exportações, o PAC investe em projetos de recuperação, alargamento, dragagem de aprofundamento e de construção de terminais de passageiros.

Até o primeiro semestre de 2014, 22 empreendimentos foram concluídos, entre eles a dragagem de aprofundamento do acesso aquaviário do Porto de Vitória (ES), o reforço do píer de acostagem do Alamoa, no Porto de Santos (SP), e os terminais de passageiros que atenderam a demanda durante a Copa de 2014 nas cidades de Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Natal (RN).

Investimento em Portos

Porto sem Papel reduz em 25% tempo de estadia das embarcações

Quando um navio chega a um porto brasileiro, sua operação gera nada menos que 935 informações, que serão utilizadas por 26 órgãos. Para aumentar a eficiência das operações portuárias, foi criado pelo PAC o Porto sem Papel, um projeto de desburocratização que elimina a entrega de documentos em papel pelas agências de navegação aos órgãos públicos envolvidos no processo portuário nacional. Com o Porto sem Papel, o tempo de estadia das embarcações é reduzido em 25%. O programa, em operação desde maio de 2013, beneficiou 35 portos.

Mais e melhores aeroportos, para um número cada vez maior de passageiros

Em 2003, 33 milhões de passageiros voaram a partir dos aeroportos do país. Em dezembro de 2013, com a expansão da classe média, esse número subiu  para 133 milhões de passageiros. Para atender com qualidade essa crescente demanda, o PAC concluiu 54 empreendimentos em todo o país, ampliando a capacidade dos aeroportos brasileiros em mais de 70 milhões de passageiros ao ano. Outros 18 aeroportos estavam em obras no início de 2014.

O novo píer sul do Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek impressiona pelo tamanho e o conforto

Além de obras realizadas com investimentos do governo federal, foram realizados leilões de concessão de seis aeroportos: em 2011, o de São Gonçalo do Amarante (RN); em 2012, os de Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Brasília (DF); e em 2013, os de Confins (MG) e Galeão (RJ). Ao todo, as concessões resultarão em investimentos da ordem de R$ 26 bilhões nestes aeroportos.

No formato de concessão, que é muito diferente de privatização, a iniciativa privada detém 51% das ações do aeroporto, enquanto 49% pertencem à Infraero. Além disso, a estatal continua a receber dividendos provenientes desta participação acionária e recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), exclusivamente voltados para a realização de investimentos nos demais aeroportos por ela administrados. Ao final do prazo de concessão, os aeroportos voltarão para o controle do estado.

A capacidade instalada de nossos aeroportos cresceu 191% entre 2002 e 2013, passando de 97,9 milhões para 285 milhões de passageiros por ano.

Veja aqui a diferença entre concessão e privatização.

 

Equipamentos facilitam escoamento de produção da agricultura familiar

Outra ação estratégica do PAC é a entrega dos equipamentos para estradas vicinais. Retroescavadeiras, moto-niveladoras e caminhões são doados às prefeituras de municípios de até 50 mil habitantes e do seminário, para a manutenção das estradas que ligam as áreas rurais aos centros urbanos, necessárias para o escoamento da produção sobretudo da agricultura familiar, grande responsável por abastecer a mesa dos brasileiros.

Até maio de 2014, foram entregues 5.071 retroescavadeiras, 5.060 motoniveladoras e 5.060 caminhões-caçamba.

PAC 2 promove maior compra do mundo de máquinas para pequenos municípios