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Dos três componentes que fazem parte do IDHM, a educação foi o que mais avançou no Brasil de 1991 a 2010. O fluxo escolar de crianças e jovens cresceu 156% e foi o maior responsável por este resultado, pois o percentual de crianças de 5 a 6 anos frequentando escolas era de 37,3% em 1991, saltou para 71,5% em 2000 e já havia ultrapassado a casa dos 91% em 2010, desempenho semelhante ao percentual de crianças de 11 a 13 anos em sala de aula: de 36,8% para quase 84,9% em 2010.

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O aumento da expectativa de vida ao nascer de 64,7 anos em 1991 para 73,9 anos em 2010 colocou todos os municípios brasileiros nas faixas de Médio, Alto ou Muito Alto de Desenvolvimento Humano no componente Longevidade. Entre 2000 e 2010, 39% dos municípios apresentaram crescimento acima da média do crescimento nacional, com destaque para o Norte e o Nordeste.

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O cálculo do IDHM considera a expectativa de vida ao nascer da população, a renda mensal per capita, a escolaridade da população adulta e o acesso à escola por parte de crianças e jovens. E tudo isso melhorou praticamente no Brasil inteiro a ponto de apenas 0,57% dos municípios estarem atualmente na faixa de IDHM Muito Baixo, ou seja 32 municípios. Em 1991, eram 85,8%. Em 2000, quando o Brasil se enquadrava na categoria Médio, 2.328 municípios ainda estavam na faixa Muito Baixo.

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“Este é um agradecimento muito importante porque ele compõe e integra o coração do projeto que eu representei nessas eleições, que foi o projeto de desenvolvimento com inclusão social. Um projeto que pensava, que vivia e que se determinou a alterar as desigualdades regionais e sociais do Brasil. Por isso, o Nordeste era e continua sendo o nosso grande compromisso. Porque ele representa o resgate de uma parcela do Brasil, da sua população e de uma região inteira”.

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"Só fui descobrir o quanto era importante o desenvolvimento regional deste País quando fiz as caravanas em 91, 92, 93 e em 94. Aí eu fui perceber que o Brasil da minha São Bernardo não tinha nada a ver com o Brasil da minha Garanhuns... Se você não botar o pé na lama, você não conhece e é por isso que você não governa nunca pro Brasil inteiro... Então você pega a região Norte e a região Nordeste e vê que elas praticamente não faziam parte do mapa do Brasil, do ponto de vista da iniciativa governamental.

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Recife, Fortaleza e Salvador estão entre as capitais brasileiras que receberão recursos do Pacto da Mobilidade Urbana para obras de ampliação e melhoria do transporte público nas grandes cidades, com a construção de VLT (Veículo Leve Sob Trilhos) e BRT (Corredores de ônibus) e a expansão dos metrôs. Juntas, as três capitais nordestinas vão receber recursos do governo federal que permitirão executar obras de mobilidade no montante total de quase R$ 20 bilhões, investimentos que vão gerar mais empregos e renda nessas cidades.

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Antes, Norte e Nordeste não faziam parte do Brasil "Só fui descobrir o quanto era importante o desenvolvimento regional deste País quando fiz as caravanas em 91, 92, 93 e em 94. Aí eu fui perceber que o Brasil da minha São Bernardo não tinha nada a ver com o Brasil da minha Garanhuns... Se você não botar o pé na lama, você não conhece e é por isso que você não governa nunca pro Brasil inteiro...

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O aumento de empregos formais, os micro e pequenos empreendimentos gerados pela facilidade de acesso ao crédito e os programas de transferência de renda foram decisivos para que o Brasil se tornasse um país mais igualitário nos governos Lula e Dilma. Se o PIB é a soma de todas as riquezas geradas pelo País ou por determinada região, a renda domiciliar (família) dá uma ideia mais aproximada do quanto a vida do cidadão brasileiro realmente melhorou.

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