• English
  • Português
  • Español

Os juros altos, a burocracia e o alto grau de exigência dificultavam tanto o acesso ao crédito que só havia dinheiro disponível para quem já tinha dinheiro, ou seja, para quem não precisava. Nos governos Lula e Dilma, a facilidade dos pequenos consumidores, microempresários e pequenos empreendedores para obter empréstimos nos bancos públicos também contribuiu para mudar a vida tanto no interior quanto na periferia das grandes cidades da Amazônia e do Nordeste.

Português, Brasil

Valorizar e garantir aumentos reais para o salário mínimo beneficiou diretamente as regiões Norte e Nordeste do país, exatamente aquelas com maior percentual de trabalhadores cuja renda está nesse patamar. No Nordeste, por exemplo, onde vive quase a metade dos trabalhadores e aposentados brasileiros que recebem um salário mínimo, segundo dados da PNAD 2012, o aumento da renda média da população foi de 5,4%, bem mais que a média nacional, o que atraiu novos investimentos privados e deu um nova dinâmica à economia regional.

Português, Brasil

Quando disputava a eleição de 2002, Lula disse que o Brasil precisava criar 10 milhões de empregos. A frase foi distorcida e virou motivo de piada entre os adversários políticos, que consideravam impossível ou absurdo criar tal quantidade de empregos.

Português, Brasil

Até 2003, Arranjos Produtivos Locais, ou APLs, era um termo ignorado ou desprezado por quem deveria promover o desenvolvimento nacional. Só os grandes projetos tinham vez. Quando o governo Lula passou a priorizar as APLs com financiamento do BNDES e uma ação integrada que envolvia 33 instituições públicas e privadas, incluindo os Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e o de Ciência e Tecnologia, o Brasil finalmente passou a apoiar os micro e pequenos empresários responsáveis por gerar emprego e renda em suas comunidades.

Português, Brasil

Os Fundos de Desenvolvimento Regional foram criados para financiar empresas e projetos públicos ou privados de infraestrutura ou com capacidade de gerar milhares de empregos ou estimular a atividade produtiva.

Português, Brasil

Os recursos aplicados agora são maiores do que os repasses obrigatórios do Tesouro Nacional porque os bancos públicos que fazem a gestão dos fundos (BNB, Banco da Amazônia e Banco do Brasil no Centro-Oeste) usam também o patrimônio dos fundos, proveniente de aplicações financeiras e da quitação de financiamentos anteriores a projetos bem sucedidos.

Português, Brasil

Os Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste foram criados pela Constituição de 1988 com o objetivo de reduzir as desigualdades regionais. Em 2001, quando o então governo federal fechou a Sudene e a Sudam, esses fundos tornaram-se as únicas alternativas disponíveis para financiar empreendimentos nas três regiões. Mesmo assim, isso só acontecia no papel. Na prática, muitas vezes os recursos simplesmente não eram aplicados, como se o dinheiro não existisse.

Português, Brasil

Mais do que um evento esportivo, a Copa do Mundo tornou-se uma alavanca para reduzir ainda mais as desigualdades regionais. Não por acaso, o Nordeste teve quatro sedes do torneio (Fortaleza, Natal, Recife e Salvador) e o Norte e o Centro-Oeste, outras duas (Manaus e Cuiabá).

Além das ampliações dos aeroportos, as capitais transformaram-se em imensos canteiros de obras para receber BRTs (estações e corredores exclusivos para linhas expressas de ônibus) e VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos), mudando completamente o modo como os trabalhadores se deslocam para ir ao trabalho.

Português, Brasil

O Norte e o Nordeste ocupam uma posição central no maior conjunto de obras e projetos estruturadores já executados no país. A maior parte das obras de transporte em andamento ou já concluídas está nessas regiões: as hidrovias e portos vão preencher uma lacuna histórica da Amazônia e as rodovias e ferrovias como a Nova Transnordestina, a Ferrovia Oeste-Leste e a Ferrovia Norte-Sul levarão a riqueza do interior do Nordeste e do Norte para as capitais e portos.

(Saiba mais nas páginas do PAC)

Português, Brasil

Se é verdade que ainda existe uma grande desigualdade de renda entre o Norte e o Sul do Brasil, esse fosso vem diminuindo ano a ano. A novidade é que nos governos Lula e Dilma todas as classes sociais estão ganhando mais em todas as regiões. A fórmula do IDHM para o item renda leva em conta os recursos disponíveis para uma família garantir um padrão de vida com acesso a necessidades básicas, como água, alimento e moradia. Neste caso, a renda per capita mensal dos brasileiros cresceu R$ 346,31 entre 1991 e 2010.

Português, Brasil