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Quando disputava a eleição de 2002, Lula disse que o Brasil precisava criar 10 milhões de empregos. A frase foi distorcida e virou motivo de piada entre os adversários políticos, que consideravam impossível ou absurdo criar tal quantidade de empregos.

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Até 2003, Arranjos Produtivos Locais, ou APLs, era um termo ignorado ou desprezado por quem deveria promover o desenvolvimento nacional. Só os grandes projetos tinham vez. Quando o governo Lula passou a priorizar as APLs com financiamento do BNDES e uma ação integrada que envolvia 33 instituições públicas e privadas, incluindo os Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e o de Ciência e Tecnologia, o Brasil finalmente passou a apoiar os micro e pequenos empresários responsáveis por gerar emprego e renda em suas comunidades.

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Os Fundos de Desenvolvimento Regional foram criados para financiar empresas e projetos públicos ou privados de infraestrutura ou com capacidade de gerar milhares de empregos ou estimular a atividade produtiva.

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Os recursos aplicados agora são maiores do que os repasses obrigatórios do Tesouro Nacional porque os bancos públicos que fazem a gestão dos fundos (BNB, Banco da Amazônia e Banco do Brasil no Centro-Oeste) usam também o patrimônio dos fundos, proveniente de aplicações financeiras e da quitação de financiamentos anteriores a projetos bem sucedidos.

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Os Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste foram criados pela Constituição de 1988 com o objetivo de reduzir as desigualdades regionais. Em 2001, quando o então governo federal fechou a Sudene e a Sudam, esses fundos tornaram-se as únicas alternativas disponíveis para financiar empreendimentos nas três regiões. Mesmo assim, isso só acontecia no papel. Na prática, muitas vezes os recursos simplesmente não eram aplicados, como se o dinheiro não existisse.

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Mais do que um evento esportivo, a Copa do Mundo tornou-se uma alavanca para reduzir ainda mais as desigualdades regionais. Não por acaso, o Nordeste teve quatro sedes do torneio (Fortaleza, Natal, Recife e Salvador) e o Norte e o Centro-Oeste, outras duas (Manaus e Cuiabá).

Além das ampliações dos aeroportos, as capitais transformaram-se em imensos canteiros de obras para receber BRTs (estações e corredores exclusivos para linhas expressas de ônibus) e VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos), mudando completamente o modo como os trabalhadores se deslocam para ir ao trabalho.

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O Norte e o Nordeste ocupam uma posição central no maior conjunto de obras e projetos estruturadores já executados no país. A maior parte das obras de transporte em andamento ou já concluídas está nessas regiões: as hidrovias e portos vão preencher uma lacuna histórica da Amazônia e as rodovias e ferrovias como a Nova Transnordestina, a Ferrovia Oeste-Leste e a Ferrovia Norte-Sul levarão a riqueza do interior do Nordeste e do Norte para as capitais e portos.

(Saiba mais nas páginas do PAC)

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Se é verdade que ainda existe uma grande desigualdade de renda entre o Norte e o Sul do Brasil, esse fosso vem diminuindo ano a ano. A novidade é que nos governos Lula e Dilma todas as classes sociais estão ganhando mais em todas as regiões. A fórmula do IDHM para o item renda leva em conta os recursos disponíveis para uma família garantir um padrão de vida com acesso a necessidades básicas, como água, alimento e moradia. Neste caso, a renda per capita mensal dos brasileiros cresceu R$ 346,31 entre 1991 e 2010.

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Dos três componentes que fazem parte do IDHM, a educação foi o que mais avançou no Brasil de 1991 a 2010. O fluxo escolar de crianças e jovens cresceu 156% e foi o maior responsável por este resultado, pois o percentual de crianças de 5 a 6 anos frequentando escolas era de 37,3% em 1991, saltou para 71,5% em 2000 e já havia ultrapassado a casa dos 91% em 2010, desempenho semelhante ao percentual de crianças de 11 a 13 anos em sala de aula: de 36,8% para quase 84,9% em 2010.

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O aumento da expectativa de vida ao nascer de 64,7 anos em 1991 para 73,9 anos em 2010 colocou todos os municípios brasileiros nas faixas de Médio, Alto ou Muito Alto de Desenvolvimento Humano no componente Longevidade. Entre 2000 e 2010, 39% dos municípios apresentaram crescimento acima da média do crescimento nacional, com destaque para o Norte e o Nordeste.

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