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Entre 2003 e 2005, Lula arrumou a casa. Cumpriu os compromissos com a estabilidade assumidos durante a campanha, na histórica Carta aos Brasileiros, reduzindo a inflação e o endividamento do setor público. Entre 2006 e 2008, foi a vez de uma forte política desenvolvimentista, com foco na aceleração do crescimento e no aumento do emprego e do investimento.

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Plataforma de diálogo do governo federal com a sociedade civil, o Participa.br envolve gestores públicos, cidadãos, organizações, redes e movimentos sociais na discussão de temas relevantes para a formulação de políticas públicas. Por meio do portal, totalmente desenvolvido em software livre, o cidadão pode assistir à transmissão de eventos online – como debates e conferências –, participar e criar comunidades de discussão, contribuir com as consultas já em andamento, sugerir temas para os próximos debates e divulgar e buscar apoio para suas propostas.

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André Lopes,

morador do Salgueiro, Rio de Janeiro (RJ), sobre o Projeto de Proteção dos Jovens em Território Vulnerável (Protejo)

“No início, o Protejo (projeto social) era cada um por si e Deus por todos. Hoje, a gente fala que é uma família. Se eu caísse agora, seria por falta de vergonha na cara. Safadeza. Porque agora eu tenho apoio. Tenho com quem contar.”

 

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Não deixa de ser curioso: os oposicionistas que  hoje reclamam do déficit da Petrobras, provocado pela demanda por derivados superior à capacidade de refino, passaram oito anos no poder sem investir no aumento da capacidade de refino.

Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, vai processar 230 mil barris diários de óleo Foto: Divulgação/Petrobras

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Tema: 

Lula recebeu o país num ambiente de fragilidade macroeconômica. A forte desvalorização do real resultou no descontrole da inflação (que pulou de 7,7% em 2001 para 12,5% em 2002) e na rápida deterioração das finanças do país. A dívida líquida do setor público saltou de 52% para 60% do PIB em apenas um ano (entre 2001 e 2002). Além da má gestão econômica do governo FHC, entrou em cena o eterno medo do mercado de que Lula fosse eleito presidente. Por ironia, a eleição de Lula colocou o Brasil nos trilhos.

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Javã Lauriano da Silva, de Jaboatão dos Guararapes/PE

"O governo Lula facilitou o acesso à educação, ao emprego digno e à casa própria. Fiz um curso técnico e hoje  estou no terceiro emprego concursado. O que me deu condições de financiar minha casa própria. Sou um dos ex-benefíciários do Bolsa Família que saiu da pobreza para a classe C."

Sidney Argolo, líder comunitário em Salvador/BA

“Quando estamos vivos, nós estamos presos. Quando não estamos presos, estamos mortos. E isso é um diagnóstico que ultrapassa os índices brasileiros e até mundiais. Isso muito nos preocupa.”

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Ao contrário do Brasil, a Europa seguiu a receita neoliberal: cortar “custos” sociais e deixar o mercado agir livremente. A mesma fórmula que os adversários dos governos Lula e Dilma defendem até hoje para o Brasil. Resultado: baixo crescimento ou retração do PIB na Europa – e desemprego em alta. Enquanto o Brasil cresceu 2,3% em 2013, a poderosa Alemanha contentou-se com 0,4%. A França parou em 0,3%. O Reino Unido cresceu 1,9%, mas a Grécia despencou 3,7%. Na média, o continente europeu cresceu apenas 0,1%.

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