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Mudanças Climáticas

Brasil surpreende o mundo e assume compromisso voluntário de reduzir emissão de gases de efeito estufa em até 38,9%

Em 2010, um ano após a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, em Copenhague (Dinamarca), o Brasil deu um exemplo para os demais países, ao assumir um ousado compromisso voluntário:  reduzir entre 36,1% e 38,9% as emissões de gases de efeito estufa projetadas até 2020.

Quer saber mais?

Assista à entrevista da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, sobre os recordes brasileiros na redução de emissão de gases de efeito estufa e outras conquistas da política ambiental do governo Dilma

 

Plano Nacional sobre Mudança do Clima fortalece construção do desenvolvimento sustentável

Conheça os objetivos do Plano:

  •    Identificar, planejar e coordenar as ações para mitigar as emissões de gases de efeito estufa geradas no Brasil, bem como àquelas necessárias à adaptação da sociedade aos impactos que ocorram devido à mudança do clima;
  •    Fomentar aumentos de eficiência no desempenho dos setores da economia na busca constante do alcance das melhores práticas;
  •    Buscar manter elevada a participação de energia renovável na matriz elétrica, preservando a posição de destaque que o Brasil sempre ocupou no cenário internacional;
  •    Fomentar o aumento sustentável da participação de biocombustíveis na matriz de transportes nacional e, ainda, atuar com vistas à estruturação de um mercado internacional de biocombustíveis sustentáveis;
  •    Buscar a redução sustentada das taxas de desmatamento, em sua média quinquenal, em todos os biomas brasileiros, até que se atinja o desmatamento ilegal zero;
  •    Eliminar a perda líquida da área de cobertura florestal no Brasil, até 2015;
  •    Fortalecer ações interssetoriais voltadas para redução das vulnerabilidades das populações;
  •    Procurar identificar os impactos ambientais decorrentes da mudança do clima e fomentar o desenvolvimento de pesquisas científicas para que se possa traçar uma estratégia que minimize os custos sócio-econômicos de adaptação do país.

 

 

Cumprimento de metas exige planos de mitigação nos setores florestal, siderúrgico, agrícola, energético, industrial, de transporte e de mineração

Saiba quais são as metas do Plano Nacional sobre Mudança do Clima:

  •   Reduzir o índice de desmatamento anual da Amazônia (redução de 80% até 2020) de acordo com o Decreto nº 7390/2010);
  •   Ampliar em 11% ao ano nos próximos dez anos o consumo interno de etanol;
  •   Dobrar a área de florestas plantadas, para 11 milhões de hectares em 2020, sendo 2 milhões de ha com uso de espécies nativas;
  •   Troca de 1 milhão de geladeiras antigas por ano, em 10 anos;
  •   Aumento da reciclagem de resíduos sólidos urbanos em 20% até 2015;
  •   Aumento da oferta de energia elétrica de co-geração, principalmente a bagaço de cana-de-açúcar, para 11,4% da oferta total de eletricidade  no país, em 2030;
  •   Redução das perdas não-técnicas na distribuição de energia elétrica à taxa de 1.000 GWh por ano, nos próximos 10 anos.

Destaques adicionais da política climática nacional incluem iniciativas para conservar e apoiar a recuperação de biomas nacionais, consolidar e expandir as áreas de proteção (especialmente na Amazônia), aumentar a eficiência energética e continuar expandindo o fornecimento de fontes de energia renováveis.

Fundo Nacional sobre Mudança de Clima investiu R$ 170 milhões em três anos

Em operação desde 2011, o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima)  já investiu R$170 milhões, dos quais R$ 90 milhões a fundo perdido e R$ 80 milhões em financiamento.

O Fundo apoia projetos de mitigação da mudança do clima e adaptação das populações vulneráveis a seus efeitos, bem como a estruturação das diretrizes e dos demais instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima.

Com cerca de R$ 520 milhões em caixa, para financiamento a empreendimentos da iniciativa privada, o Fundo Clima apoia projetos de mobilidade urbana e de eficiência energética e é um dos pilares do Programa Inova Sustentabilidade, criado em conjunto pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Socia (BNDES), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Ministério do Meio Ambiente e Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. O Programa Inova sustentabilidade já recebeu 196 planos de negócios, de 136 empresas líderes, no valor total de R$5 bilhões.

Com recursos não reembolsáveis, o Fundo Clima apóia 40 instituições públicas e entidades privadas sem fins lucrativos, em um total de 180 projetos, que contribuem para a estruturação da Política Nacional, como a construção de laboratórios e aquisição de equipamentos de monitoramento de emissões de gases de efeito estufa, além de sistemas de monitoramento, coleta e análise de informações climáticas e meteorológicas, entre outros.