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Crescimento com distribuição

Vencendo as crises

 

A ousadia que deu certo: “Vamos enfrentar a crise de cabeça erguida”

No receituário neoliberal, crise se enfrenta com corte em programas sociais e investimentos públicos, gerando desemprego e pobreza. Mas não no Brasil de Lula e Dilma. Apesar da gravíssima crise mundial, o rendimento médio do trabalhador bateu seguidos recordes, chegando a R$ 1.979,14 em novembro de 2013 – crescimento de 27% desde o início do governo Lula. Também com Dilma, 1,1 milhão de empregos foram criados apenas em 2013. A taxa de desemprego caiu para 4,9%, em abril de 2014, a menor da históra. Tal desempenho levou o jornal New York Times a perguntar, em 21 de janeiro de 2014: “O exemplo do Brasil nos faz levantar a questão que não colocamos suficientemente no nosso país [Estados Unidos]: de que serve o crescimento econômico se ninguém tem emprego”?

 

Neoliberalismo derruba PIB e eleva desemprego na Europa

Ao contrário do Brasil, a Europa seguiu a receita neoliberal: cortar “custos” sociais e deixar o mercado agir livremente. A mesma fórmula que os adversários dos governos Lula e Dilma defendem até hoje para o Brasil. Resultado: baixo crescimento ou retração do PIB na Europa – e desemprego em alta. Enquanto o Brasil cresceu 2,3% em 2013, a poderosa Alemanha contentou-se com 0,4%. A França parou em 0,3%. O Reino Unido cresceu 1,9%, mas a Grécia despencou 3,7%. Na média, o continente europeu cresceu apenas 0,1%. As consequências são desastrosas: povos como os gregos e os espanhóis amargam taxas de desemprego de mais de 26%, enquanto o Brasil comemora o pleno emprego. Talvez seja a hora da oposição brasileira rever seu livro de receitas.

Taxa Desemprego