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Crescimento com distribuição

Autonomia na gestão econômica

 

Reviravolta: Lula paga dívida com o FMI e Brasil entra no seleto grupo de credores do Fundo Monetário Internacional

Em 2002, o governo FHC foi mais uma vez ao FMI, para poder fechar as contas do ano. Recebeu um empréstimo de US$ 41,75 bilhões, que todos os candidatos à Presidência se comprometeram a pagar. Em 2005, o governo Lula tomou a decisão histórica: quitou o restante da dívida contraída por FHC e livrou o país das exigências do FMI. Em 2009, pela primeira vez na história, o Brasil emprestou dinheiro ao Fundo: US$ 10 bilhões para ajudar países emergentes em meio à crise internacional. Em 2012, novo empréstimo de US$ 10 bilhões, agora para a zona do euro – com uma exigência: participação mais efetiva dos países em desenvolvimento nas decisões do Fundo. Um detalhe importante: nossos ministros nunca mais tiraram os sapatos para ninguém.

 

Lula: “O FMI não manda mais aqui”

Crescimento das Exportações intra-blocos do Mercosul

Alca sai de cena com fortalecimento de bloco econômico sul americano

Com Lula, o Brasil sepultou a Associação de Livre Comércio das Américas (Alca), defendida pelos Estados Unidos e defendida pelo governo anterior. Na prática, a Alca atrelaria o país aos interesses comerciais norte-americanos. Sem abrir mão do intercâmbio com Estados Unidos e União Europeia, o Brasil fortaleceu as trocas comerciais com o Mercosul, que passaram de US$ 10,5 bilhões em 2002 para US$ 39,2 bilhões em 2010 e US$ 43,9 bilhões em 2013. Estreitou também as relações com o continente africano, a Índia e a China. Ao lado dos demais países que formam os Brics (Rússia, Índia, China e África do Sul), o Brasil consolidou não só uma forte parceria comercial, mas também uma importante articulação política, com propostas inovadoras, para enfrentar os problemas econômicos mundiais.

Exportações - Brasil

 

Mercosul fortalece economia da América do Sul