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Mais forte e respeitado

Formando campeões

Maior programa de patrocínio individual do mundo, Bolsa Atleta investiu meio bilhão de reais em nove anos

Bolsa Atleta ajudou a judoca Sarah Menezes a conquistar medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres / Foto: Alaor Filho/COBNos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, o Brasil foi representado por 259 atletas. Destes, 111 recebiam o Bolsa Atleta, maior programa de patrocínio individual do mundo. Um deles, a judoca piauiense Sarah Menezes, voltou para o Brasil com amedalha de ouro brilhando no peito.

Criado em 2005 pelo presidente Lula, o programa beneficia atletas de alto rendimento que obtêm bons resultados em competições nacionais e internacionais de sua modalidade.

O objetivo é garantir condições mínimas para que possam se dedicar com exclusividade aos treinos e às competições locais, sul-americanas, pan-americanas, mundiais, olímpicas e paraolímpicas.

O Ministério do Esporte oferece seis categorias de bolsa: Atleta de Base, Estudantil, Nacional, Internacional, Olímpico/Paraolímpico e Pódio. A prioridade é para quem pratica  esportes que compõem os programas dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. Desde 2012, é permitido que o beneficiário tenha outros patrocínios. Com isso, atletas consagrados podem contar com mais de uma fonte de recurso.

Entre 2005 e 2014, o programa investiu R$ 521 milhões em 43 mil bolsas.

 

Você sabia?

Em 2014, o Bolsa Atleta alcançou sua maior abrangência, contemplando 7.752 atletas, distribuídos pelas seguintes categorias: Estudantil (313), Base (290), Nacional (4.875), Internacional (1.808), Olímpica/Paraolímpica (247) e Pódio (219). Os valores das bolsas variam entre R$ 370 (categorias Estudantil e de Base) e R$ 3.100 (Olímpica/Paraolímpica) e alcançam valores superiores e variáveis no Bolsa Pódio.

R$ 1 bilhão para fazer do Brasil um colecionador de medalhas

Colocar o Brasil entre os dez primeiros países nos Jogos Olímpicos e entre os cinco primeiros nos Jogos Paraolímpicos do Rio, em 2016. Este é o objetivo do Plano Brasil Medalhas 2016, lançado em 2012 pela presidenta Dilma.

O plano está investindo R$ 1 bilhão no ciclo olímpico que se iniciou em 2013 e se encerra em 2016. Desse total, dois terços vêm do Orçamento Geral da União (OGU) e um terço de investimentos de empresas estatais. Esses recursos são novos, ou seja, serão adicionados ao orçamento de R$ 1,5 bilhão que o governo federal já aplica no esporte olímpico.

Bolsa para quem tem chances concretas de subir ao pódio

Uma das principais ações do Plano Brasil Medalhas 2016, a Bolsa Pódio distribui valores mensais entre R$ 5 mil e R$ 15 mil para atletas que estejam entre os 20 melhores do mundo e com condições de brigar pelo pódio em 2016.

Além de atletas, também os técnicos poderão receber a bolsa (até R$ 10 mil por mês).
O governo federal trabalha ainda na construção e reforma de 22 centros de treinamento (21 de modalidades olímpicas e um de paraolímpicas), seguindo a recomendação do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) de unificar todas as modalidades em um só local.