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Com Lula e Dilma, banda larga fixa chegou a todas as cidades brasileiras

Internet para todos

Um dos avanços mais importantes da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) foi a definição do acesso à internet banda larga como direito fundamental dos cidadãos, além do estabelecimento desse serviço em regime público, como forma de garantir sua universalização, continuidade e controle de preços. Dessa proposta nasceu o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), coordenado pelo Ministério das Comunicações.

A Telebras, quase extinta pelos tucanos durante as privatizações promovidas pelo governo FHC, foi reativada e voltou a desempenhar papel central na estruturação das comunicações no país, especialmente no campo da internet.

 

Cabo submarino estatal garantirá intenet mais barata

Para garantir uma internet com maior velocidade e menor custo, o governo fedeeral desenvolve o projeto do primeiro cabo submarino estatal, destinado à conexão de dados entre o Brasil e a Europa. Existem cinco cabos desse tipo em operação, quatro deles ligando o Brasil aos Estados Unidos e um à Europa. Todos, no entanto, pertencentes à iniciativa privada  .

O cabo estatal, que ligará Fortaleza a Lisboa, terá 6 mil quilômetros de extensão e velocidade 700 vezes maior que a atual conexão. O investimento total da obra, que será feita pela Telebras em parceria com empresas privadas, é de US$ 185 milhões.

Satélite brasileiro é passo estratégico para soberania nacional

A Telebras será também responsável pela construção, em parceria com a Embraer, do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). As empresas formaram uma joint-venture para a iniciativa, a Visiona, e serão investidos 1,3 bilhão de reais na construção do satélite brasileiro.

A construção de um satélite brasileiro para comunicações civis e militares representa um passo estratégico para a garantia da soberania nacional. Hoje, o Brasil conta somente com equipamentos controlados por estações que estão fora do país ou controladas por empresas de capital estrangeiro.

O satélite irá contribuir, ainda, para a oferta de internet banda larga a municípios que não contam com rede terrestre de fibra ótica instalada, ou cujas condições de acesso sejam difíceis. Hoje estima-se em cerca de 2 mil os municípios nessa situação, que poderão ser beneficiados pelo SGDC.

Rede de fibra ótica tem expansão acelerada

Os governos Lula e Dilma promoveram a expansão acelerada da rede de fibra ótica da Telebras, valendo-se da estrutura própria da empresa e de parcerias com estatais (Eletrobras, Eletronorte, Chesf, Petrobras), estados,  municípios e iniciativa privada.

Segundo a Telebras, no final de 2013 a rede de fibras óticas da empresa chegou a 16,7 mil km. E, no primeiro bimestre de 2014, a rede em operação ultrapassou os 18,2 mil km. Outros 10,5 mil km encontravam-se em processo de implantação, o que elevará o total para 28,7 mil km de infraestrutura ótica em operação, interligando todas as regiões do país – de Leste a Oeste, de Norte a Sul.

Diante da nova realidade gerada sobretudo pelo PNBL, o Brasil chegou em fevereiro de 2014 aos 140 milhões de acessos à internet via banda larga, de acordo com dados divulgados pelo setor privado.

Cresce o acesso à internet no Brasil

Além de todos esses avanços, os governos de Lula e Dilma promoveram o fortalecimento do acesso à internet em espaços públicos e coletivos, como universidades, escolas, bibliotecas, hospitais, praças, aeroportos e lan houses. Nesse sentido, o governo federal criou em 2012 o programa Cidades Digitais, que já beneficia mais de 300 municípios em todo o Brasil.