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O que dizem por aí

“Para a gente, hoje é um dia histórico, porque esta luta pelo Marco Civil da Internet é uma luta que existe há muito tempo. Apesar da tramitação no Senado ter sido rápida, o debate que foi feito ao longo dos últimos anos com a sociedade civil, em diferentes espaços.”

Bia Barbosa, coordenadora do Intervozes

 

“A Empresa Brasil de Comunicação, que é a empresa pública criada para fazer comunicação pública no Brasil. Montar uma rede de comunicação pública de radiodifusão, mas também de outras mídias no Brasil, juntando todo o campo público, para que a gente possa cumprir aquilo que está na Constituição, que é o fato de existir um sistema complementar de radiodifusão no Brasil, que é estatal, público e privado. E se é estatal, público e privado, o público tem que ter, certamente, alguma coisa de diferente do privado e alguma coisa de diferente no estatal. Talvez seja o fato de pegar o melhor de cada um e tentar construir algo que seja muito mais interessante para a construção da cidadania. Muito mais interessante para a construção das pessoas, dos cidadãos e cidadãs brasileiros.”

Nelson Breve, diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC)

 

“Partimos da premissa que a Confecom está sendo construída num cenário, no nosso país, de injustiça e desigualdade, sustentado pela mídia. Onde o tripé racismo-capitalismo-patriarcado estão interconectados, interfacetados e intrincados. E que se mexermos em um e não mexermos em outro, não vamos conseguir avançar na superação das desigualdades e injustiças. E nós entendemos que o processo de Conferência é uma tentativa de criar fissuras no sistema. E não vamos resolver essas fissuras simplesmente com uma primeira Conferência.”

Vera Gaspareto, representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT)