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Bolsa Família

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Elas eram invisíveis para o poder público. Graças à estratégia de busca ativa do Plano Brasil Sem Miséria, desde 2011, 1,7 milhão de famílias extremamente pobres foram localizadas e incluídas no Cadastro Único, passando a contar com uma extensa rede de proteção social. A busca ativa inverteu uma velha lógica: em vez de esperar que os mais pobres batam à sua porta, o Estado vai aonde a extrema pobreza está – a pé, de automóvel ou barco, das periferias das grandes cidades às comunidades isoladas, de difícil acesso, como quilombos e aldeias indígenas, levando inclusão social e cidadania.

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Um dos muitos mitos derrubados pelos dez anos de Bolsa Família foi o de que o benefício estimularia as mulheres a terem mais filhos. Pelo contrário: aumentou o número de beneficiárias que utilizam métodos anticoncepcionais. Entre 2000 e 2010, a taxa de fecundidade das mulheres caiu em todas as classes sociais, mas o grupo de mulheres mais pobres apresentou recuo de 30% no número médio de filhos, enquanto a média nacional foi de 20,17%.

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As beneficiárias do Bolsa Família fazem 50% mais consultas pré-natal do que as não beneficiárias. A alimentação das gestantes melhorou, devido ao benefício; com isso o índice de partos prematuros caiu 14%. As crianças nascem mais fortes, com peso compatível, e crescem mais saudáveis, graças à vacinação e ao acompanhamento médico obrigatórios. Em 2013, 99,1% das crianças acompanhadas pelo programa estavam com a vacinação em dia.

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Além de aumentar o tempo de escolaridade, os 20% mais pobres também progrediram nos estudos. Em 2002, na faixa dos 15 anos de idade, apenas 32,1% desses alunos cursavam o ano/série adequado à idade. Em 2012, o índice saltou para 53,8%. Graças ao Bolsa Família, a desigualdade educacional entre classes sociais caiu de 31% para 19,4% em apenas uma década.

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Especialistas afirmam que a garantia de renda mínima teve impacto altamente positivo na educação. Não só porque combate a fome e afasta o risco do trabalho infantil, mas também porque a maior segurança econômica eleva o bem-estar psicológico dos pais, que assim podem se dedicar ainda mais ao futuro dos filhos. E o futuro Com Lula e Dilma era promissor: o Bolsa Família aumentou a presença dos 20% mais pobres da população no sistema educacional. Em 2001, apenas 17,3% dos jovens de 16 anos desse grupo tinham ensino fundamental completo; em 2013, o percentual subiu para 55,7%.

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Bolsa Família movimenta o pequeno comércio, aumenta produção local e gera emprego. Foto: Eduardo Aigner/MDSO Bolsa Família é bom não só para quem recebe, mas também para o comércio, a indústria e a agricultura. Com o recurso, o beneficiário vai às compras e põe em movimento a roda da economia.

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