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O povo em primeiro lugar

Estímulo ao trabalho

 

Mais Bolsa Família = mais emprego

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que nos 500 municípios que mais concentram beneficiários do Bolsa Família, o aumento do mercado formal de trabalho (emprego com carteira assinada) foi de 69,3%. No Nordeste, região com maior número de beneficiários do programa, o crescimento do emprego formal chegou a 64,8%. Ou seja: ao contrário do que alguns críticos ainda insistem em dizer, o Bolsa Família é uma poderosa ferramenta de estímulo ao trabalho.

• O Bolsa Família e o emprego formal

Portas de entrada

1,3 milhão de pessoas de baixa renda inscreveram-se no Pronatec, para aprender profissão e ter emprego qualificado Foto: Ana Nascimento/MDSHá quem diga que o Bolsa Família não tem portas de saída. Mas a verdade é que ele oferece várias portas de entrada – para a dignidade, a cidadania, o futuro. A partir do programa, o beneficiário tem acesso a muitas outras oportunidades, e as agarra com unhas e dentes.

São mais de 500 cursos gratuitos ministrados por entidades como Senai, Senac e Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, voltados para todos os setores da economia e oferecidos segundo as demandas locais por mão de obra. Antes, esses 1,3 milhão de brasileiros não tinham qualificação nem perspectivas. Hoje são eletricistas, soldadores, operadores de computador, pedreiros, cuidadores de idosos, costureiros industriais.

 

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• Conheça melhor o Pronatec - Brasil Sem Miséria

• Veja como a qualificação profissional está mudando a vida de milhares de brasileiros:

Microempreendedorismo

Dos 4,5 milhões de brasileiros que formalizaram seus negócios aderindo ao Programa Microempreendedor Individual (MEI), cerca de 10% são beneficiários do Bolsa Família. Nas regiões Norte e Nordeste, os percentuais são bem maiores: 35,8% e 37,8%, respectivamente. Quando se formaliza, o microempreendedor tem maiores facilidades para abrir conta bancária e obter crédito, passando a contar também com cobertura previdenciária – incluindo licença-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria.

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• Veja quando trabalhar por conta própria faz toda a diferença:

Plantar e colher

Sabe como começou aquela conversa de que o Bolsa Família gera preguiça? Começou com os grandes proprietários de terra reclamando que o programa estava acabando com a mão de obra no campo.

A verdade, porém, é que esses proprietários estavam acostumados a pagar uma quantia absurdamente baixa (em torno de R$ 30 por mês), sem qualquer direito trabalhista. Os trabalhadores eram obrigados a aceitar, para alimentar os filhos. Com o perigo da fome afastado, graças ao Bolsa Família e ao Brasil Sem Miséria, eles já não têm que se sujeitar à exploração. Não ficaram preguiçosos: aprenderam a exigir seus direitos.

Com o Bolsa Família, os trabalhadores rurais garantiram acesso a diversos programas de inclusão produtiva: assistência técnica (Ater), recursos não reembolsáveis para implantação de projetos (Fomento), venda direta da produção para o governo (PAA) e incentivo a extrativistas que ajudam a preservar o meio ambiente (Bolsa Verde), entre outros. E estão semeando um país mais rico.

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