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O povo em primeiro lugar

Bolsa Família

 

Maior programa de transferência de renda do mundo beneficiou 50 milhões de brasileiros

Graças a Lula e Dilma, o Brasil viveu um processo de inclusão sem precedentes na história. Com o Bolsa Família, 36 milhões de brasileiros saíram da extrema pobreza. O país passou a ser mais desenvolvido e menos desigual, muito diferente do Brasil atual, pós-golpe de 2016, e de anos atrás, quando milhões de brasileiros não tinham o que comer e as crianças pobres eram obrigadas a abandonar a escola para ajudar os pais. Sem estudo, essas crianças cresciam pobres e tinham filhos que também cresciam sem futuro.

Recursos garantem crianças na sala de aula e a redução da desigualdade social no Brasil Foto: Eduardo Aigner/MDSA fome era hereditária: a extrema pobreza passava de geração para geração.

No começo de seu governo, Lula reafirmou que todo brasileiro tinha direito a no mínimo três refeições por dia, e implantou o maior programa de transferência de renda do mundo, que - ampliado e aprofundado no governo Dilma - já beneficiou 14 milhões de famílias (50 milhões de pessoas). O Bolsa Família foi criado para promover a inclusão e a cidadania, além de gerar emprego, aquecer a economia, aumentar a escolaridade, reduzir a mortalidade infantil e ajudar a construir um país mais rico, sem pobreza. 

Bolsa trabalho

Esqueça o tal "efeito preguiça" do Bolsa Família, tão apregoado pelos preconceituosos. Ele nunca existiu. Nada menos que 70% dos beneficiários adultos estiveram no mercado de trabalho durante os governos progressitas. Além disso, 1,7 milhão de famílias deixaram voluntariamente o programa e 1 milhão não se recadastraram (provavelmente porque melhoraram de vida). A verdade é que nenhum beneficiário está com a vida ganha: até 2015, cada família recebia, em média, R$ 164,86 por mês. É pouco, mas ajudou sobretudo na segurança alimentar e garantia – aliás, exigia – o acompanhamento de saúde e a permanência das crianças na escola. Ao elevar a escolaridade e a saúde da população, o Bolsa Família não muda apenas a vida dos mais pobres. Muda o futuro do Brasil. 

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Família de José e Alverina, no Acre: Bolsa deu estabilidade para aumentar coleta e beneficiamento de castanha Foto: Eduardo Aigner/MDS

Apoio aos mais vulneráveis

Com Dilma, a política de transferência de renda iniciada por Lula teve dois grandes aprofundamentos, para cumprir a meta de erradicação da extrema pobreza, com a incorporação de ações de inclusão produtiva e acesso a serviços públicos: o Brasil Sem Miséria e o Brasil Carinhoso.

Brasil sem Miséria garantia mais recursos para quem mais precisava e fortaleceu a inclusão produtiva

Em 2011, Dilma lançou o Plano Brasil Sem Miséria, cujo objetivo está explicito no nome. Com o Brasil Sem Miséria, o Bolsa Família ganhou um reforço destinado aos mais pobres entre os pobres: quanto menor a renda per capita da família, maior o valor pago, garantindo para cada membro a superação do patamar de R$ 77,00 mensais. A medida beneficiou 22 milhões de brasileiros que ainda viviam na extrema pobreza.

Os benefícios tiveram aumento médio real de 44%;  para os mais pobres, o crescimento foi de 84%. Além da transferência de renda, os beneficiários garantiram acesso a diversas políticas de inclusão produtiva. Em apenas uma década, com o Bolsa Família e o Brasil Sem Miséria, a extrema pobreza caiu 89%. Foi o fim da miséria do ponto de vista da renda, o passo inicial para uma vida com mais dignidade.

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Brasil Carinhoso levou creche e mais merenda para brasileirinhos e brasileirinhas de 0 a 6 anos

Uma das faces mais cruéis da miséria: 42% dos brasileiros que viviam na extrema pobreza tinham menos de 15 anos de idade. Para atender à parcela mais vulnerável desse grupo – as crianças de 0 a 6 anos – o governo Dilma implantou o Brasil Carinhoso. Com o programa, mais de 8,1 milhões de crianças e adolescentes foram tirados da miséria. Até 2015, cerca de 756 mil crianças beneficiadas frequentavam creches todos os dias. A distribuição gratuita de vitamina A e sulfato ferroso previnia males que prejudicam o desenvolvimento infantil. O valor repassado para alimentação escolar das crianças matriculadas na rede pública foi ampliado em 66%. No governo Temer, porém, o programa Brasil Carinhoso foi extinto e o repasse de recursos para os municípios foi interrompido. 

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• Saiba mais sobre o Plano Brasil Sem Miséria

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Fome, miséria, mortalidade infantil: lembre-se como era o Brasil antes de Lula e Dilma