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Crescimento com distribuição

Assistência Técnica

 

O renascimento da assistência técnica

A extinção da Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Rural (Embrater), em 1990, comprometeu a produção agrícola brasileira e desamparou as populações rurais mais pobres. Os serviços de Ater ficaram sob responsabilidade exclusiva dos governos estaduais, sem coordenação nacional. Foi uma década de abandono. Até que em 2003 o governo Lula lançou as diretrizes da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pnater). As instituições estaduais foram reequipadas, novos técnicos foram contratados e as entidades passaram a se articular em redes, garantindo uma melhor cobertura dos serviços no país.

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Mais recursos e parcerias com estados e municípios: 

Programas específicos beneficiam mulheres, quilombolas e indígenas

Assistência técnica de qualidade para todos os brasileiros – e as brasileiras também, por meio de ações destinadas às trabalhadoras rurais. Além da Rede Temática de Ater para Mulheres, o governo Lula implantou serviços específicos para indígenas e quilombolas, a partir de experiências históricas e culturais desses povos. Já os assentados da reforma agrária contam, desde 2004, com a Assessoria Técnica, Social e Ambiental (Ates). O objetivo é fazer dos assentamentos unidades familiares de produção estruturadas, com segurança alimentar garantida, voltadas para o desenvolvimento sustentável e solidário.Agricultoras têm marcado presença nos fóruns de debate da agricultura familiar, como na 2a Conferência de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário, em Brasília Foto: Albino Oliveira/MDA